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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Diz-me...

Diz-me que és aquele, que por entre a luz da lua me aconchega...
Diz-me que és o sol que me ilumina... e me aquece..
OH!!!.... MY Angel!
Diz-me que és o que o meu peitoanceia,
a chama jamais extinta e verdadeira...
Diz-me quem tu és... ou o que és para mim...
Diz-me!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Cisme

Para o meu coração basta o teu peito
Para que sejas livre nas minhas assas
De ouvir-te a minha boca tocará o céu
e que dormindo estava em tua alma.

Tu, trazes a ilusão de cada dia
Chegas como o orvalho nas corolas,
Com tua ausência escavas o horizonte
Eternamente em fuga, irmã das ondas...

Já disse que o teu canto era o vento
como cantam os mastros e os pinheiros,
És como eles alta e taciturna.
E entristeces de pranto, como uma viagem.

Acolhedora como antiga seda,
Abrigas ecos e vozes nostálgicas.
Desperto e alguma vez emigram,
Fogem pássaros dormindo em tua alma.
Não te chamarei de Meu Amor, pois náo sei se o foste; bem punida estou por ter permitido á minha alma que se deleitasse nesse pensamento. Mas contudo chamo-te Meu; meu sedutor, meu enganador, meu inimigo, assassino do meu sossego, alegria dos meus dias, Minha Lua, Meu Sol....
Chamo-me Tua... como tu és Meu... My Angel... E como outrora me lisonjeava ouvir-te e sentir-te!!!
OH!!! Chama do meu peito, pluma do meu ser...

domingo, 30 de novembro de 2008

Um Momento!!!

De volta...
Aos teus braços...
ao teu toque...
De volta...
a ti....

Tristeza, melancolia e até alegria,
uma mistura de sentimentos,
desejo, loucura,
ou apenas dizer-te
que sem ti nao há lua.

Leva os meus braços...
esconde-te em mim...
que a dor do silencio...
contigo eu venço....
com um beijo... assim....

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Será

Será que ainda me resta tempo
contigo,
ou já te levam balas de um qualquer
inimigo.
Será que soube dar-te tudo o que
querias,
ou deixei-te morrer lento, no lento
morrer dos dias.
Será que fiz tudo que podia fazer,
ou fui mais um cobarde, não quis ver
sofrer.
Será que lá longe ainda o céu é azul,
ou já o negro cinzento confunde Norte
com Sul.
Será que a tua pele ainda é macia,
ou é a mão que treme, sem ardor
nem magia.
Será que ainda te posso valer,
ou já a noite descobre a dor que
encobre o prazer.
Será que é febre este fogo,
este grito cruel que da lebre faz lobo.
Será que amanhã ainda existe para ti,
ou ver-te nos olhos te beijei e
morri.
Será que lá fora os carros passam
ainda,
ou estrelas caíram e qualquer sorte é
benvinda.
Será que a cidade ainda está como
dantes
ou cantam fantasmas e bailam
gigantes.
Será que o sol se põe do lado do mar,
ou a luz que me agarra é sombra de
luar.
Será que as casas cantam e as pedras
do chão,
ou calou-se a montanha, rendeu-se o vulcão.

Será que sabes que hoje é domingo,
ou os dias passam, são anjos
caindo.
Será que me consegues ouvir
ou é tempo que pedes quando tentas
sorrir.
Será que sabes que te trago na voz,
que o teu mundo é meu e foi
feito por nós.
Será!!! Será!!!

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Minha rebeldia

Vaguei-o pelo mundo
Observando todas as regras...
Ouvi a perfeição...
Senti a emoção...

Resolvi me rebelar...
Quero sentir todas as sensações...
Viver todas as emoções...
Até achar aquilo que não vivi...

Hoje vou correr descalça...
Sentir o vento no rosto...
Atravessar pontes...
E só assim me descobrir...
Mulher... Amante...

Quero sangrar e descobrir...
Tudo o que me mantém viva...
Quero interpretar o sorrir inocente...
De uma criança feliz...

Quero ser o teu segredo....
Vem desvendar-me por agora...
Não pretendo ser verdade ou mentira
Apenas tua nesta hora...´

Sentir-me feliz sendo...
A maior das contradições...
Quero sonhar, viver e amar...
Chorar sem me lamentar...
E ser pra sempre
A rebeldia terna da minha poesia...

Ao amigo

Surge bem de mansinho
Nas horas tristes e de amargura
Quando tudo parece sem cor
Eis que surge um amigo!!
Mais que uma mão estendida
Mais do que um belo sorriso
Mais do que a alegria de dividir
Mais do que sonhar os mesmos sonhos
ou doer as mesmas dores
muito mais do que o silêncio que fala
ou a voz que cala, só para me escutar.
É a amizade que vem... de longe
Só para me ouvir.
Na tristeza me consola
Nas horas de frio nos dá calor.
CAnta as notas mais lindas,
Como um poeta canta o amor.
Tu, AMIGO, Misterioso...
Subtil, docil e amavél,
chegas-te de vagarinho
mas no meu coração és durável.
Obrigado pelo tempo
obrigado pelas palavras de
Força, alento de conforto
nesta minha vida miserável....